quarta-feira, 9 de novembro de 2011

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Nem aqui nem ali, estou sempre em mim mesmo pra não me perder.
Não tenho espelhos, rasguei os mapas e não quero rotas.
Olho calmo meus pés e uma estrada incômoda. Às vezes há uma ânsia, vez ou outra, um vício. É tudo um círculo, uma volta, mas eu fico. Nem sina nem cisma, um princípio.
E além do batente um mundo imenso.
Fecho os olhos, esqueço...
Um precipício.
Quem sou eu?!... Quem sou?!...
Quem souber morre.

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